Prof. Dr. Roth Vargas

NEROUCIRURGIÃO

Campinas SP

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Hérnia de Disco


Imagine o disco intervertebral como se fosse um “amortecedor”, uma pequena almofada que possibilita e amortece os movimentos entre as vértebras. Ao mesmo tempo, faz a função de ligar uma vértebra à outra. O disco intervertebral contém em seu interior um tecido chamado núcleo pulposo, de consistência densa gelatinosa. Portanto, em termos fáceis, temos a “almofada” cuja “capa” é feita com um determinado tecido e o conteúdo dessa almofada, o preenchimento – outro tipo de tecido. A “Hérnia de Disco” é o rompimento da “capa” e o extravasamento do conteúdo. Pode ser considerado um traumatismo e não propriamente uma doença.

Hérnia de Disco Aguda – chamada também “hérnia mole”: ocorre normalmente aos esforços físicos, esportes ou às vezes, sem causa aparente relacionada ao esforço. É uma situação que além de provocar dor local (lombalgia, cervicalgia, dorsalgia), pode provocar dor “irradiada” para perna, braço ou faixa do tronco (tórax, abdome) – sintoma chamado “radicular”.

Dor Radicular – “radiculopatia”: quando a hérnia de disco vai em direção anterior ou lateral da coluna, não ocasionará problemas relevantes ao paciente, é muito comum de se encontrar esse tipo de hérnia de forma assintomática nos exames de imagens. O problema maior acontece quando o tecido herniado (núcleo pulposo) vai em direção do canal raquiano, posteriormente ou póstero-lateralmente. Nesse canal localiza-se a medula espinhal e raízes nervosas que uma vez comprimidas provocam dor intensa, perda de força, perda de reflexos e de sensibilidade, sintomas esses correspondentes à região do disco herniado. Outras patologias compressivas podem causar os mesmos sintomas – tumores, cistos, etc. Osteófitos – bico de papagaio – podem comprimir raízes e estreitar o canal raquiano. É chamado “Hérnia dura”.

Dor Ciática – a chamada “síndrome ciática” caracteriza-se por uma dor intensa que percorre o trajeto do nervo ciático; esse nervo tem origem na coluna vertebral, pela junção das raízes L4-L5-S1 (eventualmente L3). A compressão de uma ou mais dessas raízes provocará uma dor ciática. Convém citar ainda, que patologias “fora” da coluna (p.ex. tumores na pélvis, síndrome do “piriforme”, aneurisma de aorta, abcessos no músculo psoas, etc.), podem também provocar uma síndrome ciática.

Diagnóstico - Para diagnosticar a origem da dor o médico utiliza: a história de como a dor teve início, o exame físico e imagens (Ressonância Magnética) e Eletroneuromiografia.
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